Blog do Desemprego Zero

Veja Indignada: só nós podemos fazer dossiês !

Posted by NOSSOS AUTORES em 24 março, 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

A Veja desta semana faz uma denúncia gravíssima: o Palácio do Planalto está querendo quebrar o monopólio da Veja de preparar dossiê. A Veja pode grampear divulgar dados sigilosos, divulgar grampos, chantagear. Aliás, uma regra de ouro que deve ser aprendida é: quando a denúncia contra os tucanos e “democratas” é dossiê e o que importa é a (i) legalidade e a “(má) intenção da obtenção e da divulgação do dossiê, quando é favorável ao PSDB/PFL, é relevante apenas o conteúdo da denúncia, não é importante nem mesmo se a denúncia verdadeira ou não.

É interessante que a Grande imprensa (Folha, Globo e Estadão, etc.) repercute denúncias da Veja, mas se calam quando é contra a Veja. È sábado (21/03/2008) às 16:15. A revista deve ter ficado pronta ontem. As denúncias do Nassif, o maior blog da internet não vinculado a revistas e jornais, estão fazendo denúncias gravíssimas a Veja há semanas. Depois dizem que a mídia brasileira não é cartelizada e corporativa.

Fonte: Folha online

Revista afirma que governo tem dossiê sobre as despesas de FHC

Publicidade

Reportagem publicada ontem pela revista “Veja” afirma que o Palácio do Planalto montou um dossiê que detalha gastos da família do então presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Os documentos estariam sendo usados para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos. A Casa Civil negou a existência de um dossiê sobre os gastos de FHC. O ministro Jorge Hage (Controladoria Geral da União) disse desconhecer os documentos: “Minha função não é preparar dossiê”.

Segundo a revista, o governo teria reunido dados sobre gastos de FHC, da primeira-dama Ruth Cardoso e de assessores por meio de contas tipo B em 1998, 2000 e 2001. Haveria insinuações sobre o desvio de recursos públicos para a campanha que reelegeu FHC em 1998. À “Veja”, FHC classificou o dossiê de “uma chantagem feita a partir do Palácio do Planalto”.

A reportagem –que se apóia em algumas informações divulgadas anteriormente pela Folha– exibe o fac-símile de um “Relatório de Suprimento de Fundos” de 1998 sobre a aquisição de 180 garrafas de champanhe Chandon. O dossiê teria 23 referências a gastos de Ruth Cardoso -a revista exibe um fac-símile de 2001 sobre despesas de locação de veículos.

Outro fac-símile mostra uma diária de R$ 1.231 do ex-ministro da Justiça Aloysio Nunes Ferreira no hotel Copacabana Palace. Aloysio diz ter ido ao Rio a trabalho.

Fonte: Veja online

Planalto faz dossiê antioposição

A CPI que investiga o uso dos cartões corporativos do governo começou na semana passada a ouvir depoimentos. Comandada pelo PT e o PSDB, a comissão não analisou os pedidos de quebra de sigilo e nem os requerimentos de convocação de ministros, mas chamou a atenção pelo tom desafiador de algumas declarações de representantes do governo, como o ministro Jorge Hage, chefe da Controladoria-Geral da União, e o ministro Paulo Bernardo, do Planejamento. Ambos foram usados como porta-vozes de uma tentativa de intimidação.

Reportagem de VEJA desta semana revela que o Palácio do Planalto mandou fazer um dossiê sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em seus últimos quatro anos de governo. Com o documento em mãos, o governo ameaça divulgá-lo para tentar constranger os oposicionistas que insistem em investigar o presidente Lula.

VEJA teve acesso ao dossiê. Elaborado com base em dados considerados sigilosos pelo próprio governo, o material reúne detalhes das despesas do presidente Fernando Henrique, de sua mulher, Ruth Cardoso, e de assessores próximos no período de 1998 a 2002. É grave saber que informações de estado, algumas sigilosas por lei, estão sendo usadas para chantagear políticos de oposição. Mais grave ainda é saber que a estrutura funcional do estado está sendo utilizada para montar um dossiê contra adversários.

Fonte: Veja online

Cartão de crédito corporativo

O ano de 2008 teve início com a revelação de mais um escândalo na esfera do governo federal: o uso abusivo dos cartões de créditos corporativos – que, em tese, devem cobrir apenas despesas decorrentes do exercício da função pública. Porém, somente a então chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que caiu após o episódio, torrara no ano anterior 171.500 reais no cartão. A fatura honrada pelos contribuintes incluiu 126.000 reais relativos a aluguéis de carros e 35.700 reais de hotéis e resorts, além de despesas com padarias, bares e até free shop. Apesar das distorções, os cartões corporativos foram criados com o objetivo contrário: dar transparência aos gastos públicos e evitar abusos. Confira abaixo mais informações a respeito:

1. Afinal, o que são os cartões corporativos do governo?
2. Eles continuam de uso exclusivo de ministros e seus assessores?
3. Qual é, então, o critério de distribuição dos cartões?
4. Quantos desses cartões estão em uso?
5. Qual a despesa desses cartões para os cofres públicos?
6. É possível rastrear todas essas despesas?
7. Há um limite para gastos com o cartão?
8. O escândalo pode levar a uma alteração na regulação a respeito?

Fonte: O Globo online

Casa Civil nega elaboração de dossiê e afirma que abrirá sindicância para apurar vazamento de informações

OAS_AD(‘Middle’); <!–[if gte vml 1]&gt; &lt;![endif]–>

A Casa Civil da Presidência da República divulgou nota, na tarde de sábado, na qual nega, “categoricamente”, ter elaborado um dossiê de gastos tucanos, por intermédio da chamada conta tipo B, nos últimos cinco anos de governo Fernando Henrique Cardoso.

O órgão informou que abrirá sindicância para apurar responsabilidades pelo vazamento de dados sigilosos e argumentou que as despesas efetuadas entre 1998 e 2002 estão sendo digitalizadas para integrar um sistema criado em 2005 para registrá-las, por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).

A denúncia da existência do dossiê foi feita pela revista “Veja” na edição desta semana. Apresentando fac-símile de planilhas de gastos, a reportagem afirma que a Casa Civil mobilizou uma equipe de funcionários para vasculhar as despesas do ex-presidente, da ex-primeira-dama Ruth Cardoso e de ministros e assessores próximos de Fernando Henrique.

O objetivo seria listar despesas suspeitas e chantagear a oposição, que pretendia quebrar o sigilo do suprimento de fundos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de pessoas em seu entorno.

A Casa Civil acusa ainda “Veja” de manipulação das informações, diz haver erro e inconsistência na reportagem, diz estar ciente de que o vazamento de informações é ilegal e sugere que a revista também cometeu crime ao publicar os fragamentos das planilhas de gastos.

No sábado pela manhã, a liderança do PSDB havia divulgado uma nota em que ameaça acionar o Ministério Público contra o vazamento de informações dos gastos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No texto, o partido acusa o atual governo de chantagear a oposição ao vazar informações sobre os gastos do gabinete pessoal de FH, divulgados pela revista “Veja”, no fim de semana.

– São do Palácio do Planalto as informações que foram parar nas páginas da “Veja”. Somente lá existem os dados – diz a nota, que pede transparência e a abertura de todas as contas, deste e do governo anterior.

– Vamos exigir do Ministério Público que apure a divulgação de dossiês com fins de chantagem política. E vamos cobrar do presidente da República, agora, com mais razão, a abertura das contas – conclui o texto.
Leia abaixo a íntegra da nota oficial divulgada pela Casa Civil:

“Com relação à matéria publicada pela Revista Veja (edição nº 2053), a Casa Civil da Presidência da República desmente categoricamente a existência de qualquer ‘dossiê construído dentro do Palácio do Planalto’ sobre os gastos com suprimento de fundos do governo Fernando Henrique. O que a revista apresenta são fragmentos extraídos de uma base de dados do sistema informatizado de acompanhamento do suprimento de fundos – SUPRIM.

A revista Veja mente e manipula informações ao transformar o banco de dados SUPRIM, um instrumento de gestão, em mecanismo de chantagem política. O vazamento de parte de dados sigilosos se constitui em prática criminosa, por parte do autor do vazamento e por parte de quem deu publicidade a dados que não poderiam vir a público pela sua natureza, o que ensejará todas as medidas judiciais cabíveis.

O Sistema de Suprimento de Fundos – SUPRIM foi desenvolvido a partir da recomendação do TCU (Acórdão nº 1783/2004) para que fossem adotados sistemas de controles que permitissem maior transparência no acompanhamento do gasto. Ao contrário do que diz a Veja, este processo de alimentação foi iniciado no ano de 2005, retroagiu para os anos de 2004 e 2003, e agora está em fase de digitalização do período de 1998 a 2002. Portanto, o Palácio do Planalto não está fazendo ‘dossiê’ contra si mesmo nem contra o governo passado, mas sim, atendendo determinação do TCU, que reconheceu o SUPRIM como ‘nítido aprimoramento dos controles internos’ (Acórdão TCU nº 230/2006)

A Revista erra ao afirmar que o banco de dados da Casa Civil é um ‘universo de gastos de 408 milhões’. Nos três anos referidos pela matéria, o gasto médio anual em suprimento de fundos da Presidência da República não ultrapassa a 3,6 milhões de reais em valores nominais. Mera verificação do Portal da Transparência demonstra a absoluta inconsistência dos dados utilizados pela revista: os gastos totais do governo federal com suprimento de fundos, e não apenas os da Casa Civil, foram de R$ 213,6 milhões, em 2001, R$ 233,2 milhões em 2002 e caiu para R$ 143,5 milhões em 2003.

Por fim, a Casa Civil adotará todas as providências necessárias para garantir a integridade das informações da base de dados do SUPRIM, assim como irá instaurar imediata sindicância para apurar responsabilidades pelo vazamento de informações garantidas por sigilo.

 

Fonte: Globo.com

Liderança do PSDB ameaça acionar o Ministério Público sobre quebra de sigilo do governo anterior

A liderança do PSDB divulgou neste sábado nota em que ameaça acionar o Ministério Público contra o vazamento de informações dos gastos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No texto, o partido acusa o atual governo de chantagear a oposição ao vazar informações sobre os gastos do gabinete pessoal de FHC, divulgados pela revista ‘Veja’, no fim de semana.

– São do Palácio do Planalto as informações que foram parar nas páginas da Veja. Somente lá existem os dados – diz a nota, que pede transparência e a abertura de todas as contas, deste e do governo anterior.

– Vamos exigir do Ministério Público que apure a divulgação de dossiês com fins de chantagem política. E vamos cobrar do presidente da República, agora, com mais razão, a abertura das contas – conclui o texto.

Fonte: O Globo online

Virgílio chama de sórdida ação do governo contra FHC

Nota distribuída há pouco por Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB no Senado:

“Recusam-se a abrir as contas do Gabinete Pessoal do Presidente da República, mas sordidamente abrem contas do Governo Fernando Henrique.

É procedimento típico do Governo Lula e de integrantes do seu partido. Dossiês são especialização sua. E desta vez não são os “aloprados”.

São do Palácio do Planalto as informações que foram parar nas páginas da Veja. Somente lá existem os dados.

As contas deles são “secretas”, as do Governo anterior, não.

Não vão, porém, intimidar o PSDB. O PSDB não se dobra a chantagens. Não tem nada a esconder. Que se abram todas as contas, as deste Governo e as do Governo anterior. Tudo às claras. O contribuinte tem o direito de saber o que fazem com o seu dinheiro.

Mas a sordidez não passará em branco. Vamos exigir do Ministério Público que apure e puna a divulgação de dossiês com fins de chantagem política. E vamos cobrar do Presidente da República, agora com mais razão, a abertura de suas contas.

Que a transparência seja total!”

Fonte: Globo.com

Governo chantageia oposição com dossiê contra FHC

(…) O Palácio do Planalto mandou fazer um dossiê sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em seus últimos cinco anos de governo – e ameaça divulgá-lo para tentar constranger os oposicionistas que insistem em investigar o presidente Lula.

VEJA teve acesso a parte do dossiê. Elaborado com base em dados considerados sigilosos pelo próprio governo, o material reúne detalhes das despesas do ex-presidente Fernando Henrique, de sua mulher, Ruth Cardoso, e de assessores próximos nos anos de 1998, 2000 e 2001 nas chamadas contas tipo B – aquelas a que o ministro Paulo Bernardo se referiu.

O documento lista centenas de compras realizadas pelo gabinete do ex-presidente, desce a insignificâncias, como pagamento de gorjetas e aquisição de material de higiene pessoal, e faz insinuações potencialmente graves, se verídicas, sobre a mistura de recursos públicos com despesas de campanha eleitoral. Estão também discriminados compras de bebidas, alimentos e aluguel de carros. As planilhas ainda revelam as iniciais de quatro agentes da Agência Brasileira de Inteligência (JCS, PSWR, SLCC e JCSB), seus CPFs e os valores que eles sacaram em dinheiro, 1,6 milhão de reais em 2002, usando as chamadas “despesas secretas”. Uma simples consulta ao site da Receita Federal permite a identificação dos agentes. Os autores do dossiê queriam mostrar que no governo passado também houve abuso nos gastos secretos.

(…) É grave saber que informações de estado, algumas sigilosas por lei, estão sendo usadas para chantagear políticos de oposição. Mais grave ainda saber que a estrutura funcional do estado está sendo utilizada para montar um dossiê contra adversários – e, o que é mais espantoso, dentro do Palácio do Planalto, na vizinhança do gabinete do presidente Lula.

O dossiê construído dentro do Palácio do Planalto, usado pelos assessores do presidente na CPI em tom de ameaça e vazado pelos petistas como estratégia de intimidação, contém informações consideradas sigilosas e iguais às que o governo Lula briga para manter longe dos olhos da opinião pública. De um universo de gastos de 408 milhões de reais, os funcionários do Planalto pinçaram 295 transações em três anos, num total de 612.000 reais.

A ex-primeira-dama Ruth Cardoso é mencionada 23 vezes como beneficiária de despesas com locação de carros, hospedagem em hotéis, compra de ingressos para peças de teatro no exterior e até como ordenadora da compra de um porta-retratos, no valor de 100 dólares, para presentear um oficial da Colômbia designado para acompanhá-la durante visita ao país. Gastos com vinhos importados, champanhes franceses, carnes raras e até caviar foram compilados da documentação armazenada na Presidência da República e reproduzidos no dossiê. O levantamento tem o objetivo de mostrar que a equipe do presidente Lula não inovou ao usar as contas tipo B e os cartões corporativos para bancar despesas exóticas. Seus autores chegam a insinuar que dinheiro público usado para a compra de garrafas de champanhe teria sido desviado para a campanha eleitoral que reelegeu FHC em 1998. Assinante da revista leia mais em Um dossiê feito para chantagear

Fonte: Folha online

Casa Civil nega dossiê sobre gastos de FHC e investiga vazamento de informações

A Casa Civil da Presidência da República divulgou nota neste sábado negando a existência de qualquer dossiê sobre gastos com suprimentos de fundos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, conforme publicou a revista “Veja” desta semana.

Segundo a Casa Civil, uma sindicância vai apurar a responsabilidade pelo vazamento de informações do Suprim (Sistema de Suprimento de Fundos).

Na reportagem que deu origem à nota, a revista semanal afirma que uma equipe do Palácio do Planalto teria preparado um dossiê sobre gastos efetuados nos anos de 1998, 2000 e 2001 pelo então presidente, sua esposa, Ruth Cardoso e assessores nas chamadas contas tipo B, usadas para saque em dinheiro em conta administrada pelo servidor.

O documento, de acordo com a revista, seria usado para chantagear parlamentares da oposição, a fim de evitar que as contas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fossem investigadas na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) dos Cartões Corporativos.

De acordo com a Casa Civil, “o que a revista apresenta são fragmentos extraídos de uma base de dados do sistema informatizado de acompanhamento do suprimento de fundos (Suprim)”.

O sistema foi criado por orientação do TCU (Tribunal de Contas da União) para que fossem estabelecidos mecanismos que dessem maior transparência ao acompanhamento dos gastos.

O Suprim começou a ser alimentado em 2005. O processo de alimentação retroagiu para 2004 e 2003 e agora estariam sendo digitalizados os documentos dos três anos citados na reportagem da Veja.

A Casa Civil também contesta os valores de gastos apresentados pela revista: “Nos três anos referidos pela matéria, o gasto médio anual em suprimento de fundos da Presidência da República não ultrapassa a R$ 3,6 milhões de reais em valores nominais.”

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: