Blog do Desemprego Zero

BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO

Posted by Beatriz Diniz em 8 abril, 2008

BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO

n.6, ano 1 – 02/04/2008 a 08/04/2008

Destaques da Semana no Blog

1. Economia

** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo

CONTINUAÇÃO de… Para um economista ortodoxo: “A Ciência Econômica é o estudo da administração dos recursos escassos”. Para um economista Keynesiano: “A ciência econômica é o estudo da administração da política do Estado do ponto de vista de seus condicionantes, objetivos e implicações”. ** DEBATE V ** Qual dessas você acha a melhor definição para a economia?

2. Desenvolvimento

Transpor água em forma de energia de Tucuruí para o Semi-árido. Qual o motivo da irracionalidade anti- Tranposição do São Francisco?

Ferrovias dobram produção

3. Política

Segundo “O Globo”, nascia um paraíso no planeta

Dossiê Dilma: A fonte da Veja é o Senador Álvaro Dias do PSDB. Do blog do Nassif

4. Internacional

Uma vez Veja, sempre Veja ou a Veja fala o que o Busch manda

Potências européias barram criação de órgão de controle bancário

Economia

** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo

Escrito por Gustavo dos Santos (meus artigos clique) em 4 abril, 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Os juros são um péssimo instrumento contra a inflação. E em um país subdesenvolvido, então, são um instrumento completamente equivocado.

Continuação do Debate anterior (clique aqui para ler)

Que começou com o seguinte artigo (clique aqui para ler)

Explicação:

Como efeito direto, os juros aumentam os custos e os preços. Como efeito indireto podem reduzi-los. Esse efeito indireto é decorrente principalmente da valorização cambial e secundariamente da redução da renda, do emprego e dos salários. Existe ainda um efeito colateral não desejado de piora na distribuição de renda, pois a riqueza financeira, que se beneficia dos juros altos, é muito mal distribuída, como você deve estar careca de saber. Outro efeito colateral indesejado é o aumento expressivo da dívida pública.

Os juros possuem como efeito DIRETO inevitável o aumento dos preços. Isso decorre do aumento dos custos financeiros e dos custos de oportunidade, que são a própria materialidade do aumento dos juros. Isso é direto, inevitável e inquestionável.

Há também efeitos dos juros que levam indiretamente à redução dos preços. Mas esses efeitos são muito indiretos e até incertos e tênues. E mais, SÃO SEMPRE PREJUDICIAIS À SOCIEDADE. Leia o resto deste post »

Enviado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica | Editar | 19 Comentários »

CONTINUAÇÃO de… Para um economista ortodoxo: “A Ciência Econômica é o estudo da administração dos recursos escassos”. Para um economista Keynesiano: “A ciência econômica é o estudo da administração da política do Estado do ponto de vista de seus condicionantes, objetivos e implicações”. ** DEBATE V ** Qual dessas você acha a melhor definição para a economia?

Escrito por Gustavo dos Santos (meus artigos clique) em 4 abril, 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Continuidade do debate do último post:

Para um economista ortodoxo: “A Ciência Econômica é o estudo da administração dos recursos escassos”. Para um economista Keynesiano: “A ciência econômica é o estudo da administração da política do Estado do ponto de vista de seus condicionantes, objetivos e implicações”. ** DEBATE IV ** Qual dessas você acha a melhor definição para a economia?

Nunca a ciência econômica foi usada para estudar sistemas sem Estados e jamais será. Na prática ciência econômica e economia política são a mesma coisa e focam o mesmo objeto. Os próprios Adam Smith e David Ricardo, que são os grandes fundadores da ciência segundo os liberais, cunharam e usavam o termo ‘economia política’. Leia o resto deste post »

Enviado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Econômica | Editar | 5 Comentários »

Desenvolvimento

Transpor água em forma de energia de Tucuruí para o Semi-árido. Qual o motivo da irracionalidade anti- Tranposição do São Francisco?

Escrito por Gustavo dos Santos (meus artigos clique) em 6 abril, 2008

Publicado no Blog do Alê (clique aqui)

Agencia Estado – O reservatório de Tucuruí, no Pará, verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que corresponde a quase metade da água que está chegando à hidrelétrica, que somou 27.925 metros cúbicos por segundo.

O volume vertido, ou seja, a água liberada pela hidrelétrica sem passar pelas turbinas e sem gerar energia elétrica, supera o volume registrado pela hidrelétrica de Itaipu, a maior usina do mundo, e que responde por cerca de 20% de toda a energia elétrica consumida no Brasil. Ontem, ainda segundo o ONS, o volume de água que chegou em Itaipu somou 10.293 metros cúbicos por segundo, com a liberação de 11.061 metros cúbicos por segundo. A diferença resulta de água que estava armazenada previamente no reservatório.

O desperdício da água em Tucuruí “sempre ocorre” nessa época do ano, já que o reservatório não tem como armazenar o volume de água que chega à usina, segundo um técnico do setor. “A diferença este ano é que está ocorrendo mais tarde, já que houve atraso no início das chuvas. Mas infelizmente isso vai se repetir enquanto não forem construídos novos reservatórios na região, que possam regularizar o fluxo de água, como ocorre nas bacias da região Sudeste”, explicou um técnico do setor.

O reservatório de Tucuruí já está em 94,55% da capacidade máxima de armazenamento, mesmo com o ONS tentando aproveitar o maior volume de água, fazendo transferências maciças de energia elétrica para outras regiões, especialmente o Nordeste. Ontem, por exemplo, foram transferidos o equivalente a 3.408 megawatts (MW) médios, dos quais 2.573 MW médios para o Nordeste e 835 MW médios para o Sudeste. “Se fosse possível aproveitar melhor essa água, poderíamos reduzir a geração das térmicas”, lamentou o técnico.

Eu queria destacar um outro ponto relacionado à essa matéria. Como destacado, a represa de Tucuruí verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo. Essa quantidade de água representa o que a Transposição do Rio São Francisco vai tirar (vazão segura de 26m3/s) do rio São Francisco em 476 dias (12.387/26). Ou seja, em um dia Tucuruí verteu o suficiente para transferir, em forma de energia, mais de um ano de Integração das Bacias. Sem precisar tirar uma gota sequer de outros usos no rio São Francisco.

Isso significa que as águas transpostas para o Nordeste Setentrional podem ser, mesmo em períodos críticos, facilmente substituídas pela energia transposta de Tucuruí.

Clique na figura para aumentá-la

A CHESF, operadora das usinas do rio São Francisco, pode sem nenhum prejuízo, deixar de produzir o equivalente a 26m/3 de energia para importá-la de Tucuruí. Isso representa em torno de 75 MW. E como vimos na matéria acima, o sistema integrado enviou 2.573 MW médios para o Nordeste.

Qual é a lógica dessa resistência em ceder 26m3/s?

Tem chovido muito no Nordeste esses dias. Uma medida clara do volume, é que ontem (3/4) o rio São Francisco recebeu somente no trecho entre Sobradinho e Luiz Gonzaga (Itaparica), 3.263m3/s. Hoje na foz no rio, estariam jorrando 7.230m3/s de água, mas na prática devem estar jorrando uns 1.100m3/s, a diferença está sendo armazenada nas represas a montante.

Enviado em Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Editar | 1 Comentário »

Ferrovias dobram produção

Escrito por NOSSOS AUTORES em 7 abril, 2008

Publicado em: Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

As ferrovias de carga do país fecharam 2007 com a produção recorde de 257,4 bilhões de TKU, com aumento de 10,8% em relação a 2006 e 104,5% maior que os 137,2 bilhões de TKU de 1997, primeiro ano após as concessões da malha ferroviária do Brasil.

Para 2008, a expectativa é manter o ritmo e crescer 9%, subindo a produção para cerca de 280,6 bilhões de TKU. “A projeção para este ano pode ser considerada até conservadora”, afirma o diretor-executivo da ANTF, Rodrigo Vilaça. Ele se refere ao aumento no percentual de crescimento anual, que subiu de 5,8% em média, entre 1997 e 2006, para 11% este ano.

Os investimentos das operadoras e o crescimento da demanda pelo transporte sobre trilhos foram os principais fatores para os bons resultados de 2007, na opinião de Vilaça.

Entre 1997 e 2007, as operadoras privadas investiram junto um total de R$ 14,4 bilhões em melhorias e aquisições de material rodante, novas tecnologias, capacitação de pessoal, entre outros. Leia o resto deste post »

Enviado em José Augusto Valente, Logística e Transporte, política industrial | Editar | Nenhum comentário »

Política

Segundo “O Globo”, nascia um paraíso no planeta

Escrito por Imprensa em 7 abril, 2008

Uma pérola histórica do jornalismo nacional…

Publicado originalmente no Vi o Mundo, de Luiz Carlos Azenha

Editorial de “O Globo”, em 02/04/1964

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.

As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.” Leia o resto deste post »

Enviado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Editar | 1 Comentário »

Dossiê Dilma: A fonte da Veja é o Senador Álvaro Dias do PSDB. Do blog do Nassif

Escrito por Imprensa em 4 abril, 2008

Do Blog do Nassif

De Flávio Cantu

Nassif,

Me desculpe o “off-topic”, mas o Senador Alvaro Dias confirmou que foi a fonte da Revista Veja.

Um amigo de uma emissora de TV me disse no domingo que o serviço de inteligência do Governo sabia quem estava com cópias dos três falsos dossiês e que sua emissora estava no encalço destas pessoas.

Mas me parece que o “furo” do Noblat também furou a emissora que estava pronta para dar a notícia do vazamento do “dossiê” pelo Senador do PSDB.

Foi uma maneira de manter aquela máxima do jornalismo:

“Vamos dar primeiro a notícia para não sermos furados pela concorrência”

P.S.: E a Erenice como é que fica agora !!!

Do Terra Magazine

O senhor admitiu que viu as informações antes de elas serem tornadas públicas. Em que circunstâncias isso aconteceu?

Álvaro Dias – Olha, o jornalismo investigativo tem prestado um grande serviço ao País, seria muito pior a degradação das instituições, não fosse a competência e a ousadia do nosso jornalismo de investigação. E isso se dá em razão de fontes. O jornalistas se utiliza de muitas fontes. Uma revista do porte da Veja, que só no escândalo do mensalão divulgou, se não me falha a memória, matérias de capa 17 vezes, não contou com apenas uma fonte. Certamente valeu-se de muitas fontes de informação. Eu tenho sido ouvido por muitos jornalistas, do Terra, de outros sites, de jornais, emissoras de TV e certamente outros parlamentares da mesma forma. Esse é o caminho para se produzir a informação.

O senhor então foi uma das fontes de informação desses jornalistas?

É evidente que é meu dever responder questões formuladas por jornalistas, e eu tenho feito. Obviamente, o que pretende o governo agora é tirar o foco, o governo não quer mostrar as suas contas. Mostra as do governo passado mas esconde as suas. E pretende exatamente desviar o foco do debate.

O senhor então foi fonte de informação do jornalista da Veja? Não a única, mas uma das?

(silêncio) Qual é a importância disso? Leia o resto deste post »

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Internacional

Uma vez Veja, sempre Veja ou a Veja fala o que o Busch manda

Escrito por NOSSOS AUTORES em 4 abril, 2008

Por Vito Giannotti*

A capa da Veja de 12 de março só podia ser assim. Está na lógica da revista definida por José Arbex como “a maior revista estadunidense do mundo, escrita em português”. Está na dela. Está no script. É só compará-la com a capa de Carta Capital. Mas o mais interessante está numa prática que é tradicional nesta revista. Primeiro afirma uma coisa dizendo que já aconteceu ou poderia ter acontecido. Ou seja, não há provas. Não é certeza que tal fato já tenha acontecido.

Logo em seguida, apostando que todos os leitores tenham esquecido que dez linhas acima aquela tal afirmação era incerta, estava-se em dúvida, passa a afirmar, com todas as letras que tal fato aconteceu sim. E ponto final. Agora passa a será verdade. A verdade da Veja. É só olhar na página 43 do artigo referente à capa, com a manchete: “Por que Chávez quer a guerra”. Antes de tudo, quem disse que Chávez quer a guerra? Sabe quem? Bush e sua revista editada no Brasil. Mas vamos deixar pra lá esta manchete. Vamos ao texto. Na segunda coluna desta página está escrito: “Nos arquivos digitais estava a correspondência interna da organização. Nela se pode ler que Chávez entregou, ou iria entregar 300 milhões de dólares ao terror…”. Está claro: entregou, ou iria entregar. Nada de definido.

Na página seguinte, num Box “O que diz o laptop de Reyes” a coisa muda de figura. À distância de uma lauda a certeza já chegou à revista. Agora as dúvidas acabaram. Vejamos: “Os terroristas receberam 300 milhões de dólares e a oportunidade de criar…”. E então receberam, ou receberiam? Chavez entregou ou iria entregar estes 300 mil dólares? Para Veja esta dúvida é insignificante. Bobagem pura. Está tudo claro. Entregou, sim. Recebeu sim. E a possível dúvida do leitor como é que fica? Pergunte para Bush.

* Vito Giannotti: Escritor e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), entidade que realiza cursos para dirigentes sindicais e jornalistas sobre comunicação sindical e popular.

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POTÊNCIAS EUROPÉIAS BARRAM CRIAÇÃO DE ÓRGÃO DE CONTROLE BANCÁRIO

Escrito por Leonardo Nunes em 7 abril, 2008

Léo Nunes – Paris – A crise econômica mundial, iniciada no mercado de crédito subprime dos EUA, trouxe à tona a discussão acerca da criação de um órgão supranacional, no âmbito da União Européia, que teria como objetivo a supervisão e o controle sobre o sistema bancário europeu.

Numa economia capitalista, cabe ao Estado, convocado pelos donos da banca, o papel de emprestador de última instância e de árbitro das crises financeiras nacionais e internacionais. De fato, sem algum tipo de socialização das perdas, torna-se quase impossível evitar que muitas crises contaminem o “lado real” da economia.

Entretanto, o custo da socialização das perdas é diretamente proporcional ao nível de desregulamentação financeira. Ademais, a liberalização financeira, levada ao paroxismo no capitalismo pós-Bretton-Woods, trouxe no seu bojo um custo muito maior para a resolução das crises. E parte deste custo é necessariamente arcado pelo Estado e, em última instância, pelo contribuinte, através da utilização direta de recursos públicos ou pelos inconvenientes de uma recessão econômica.

Portanto, a criação de um órgão supranacional de supervisão e controle do sistema bancário seria fundamental para minimizar os efeitos das crises financeiras. Todavia, Economia é Política. A concepção de tal organismo iria de encontro ao interesse de potências como França, Reino Unido e Alemanha, pois retiraria das mesmas a autonomia na gestão da política econômica. Os mais fracos clamam por tal mudança, mas esta reivindicação deve ser inócua, dado que a corda sempre pende para o mesmo lado.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Enviado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica | Editar | 3 Comentários »

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