Blog do Desemprego Zero

Governo FHC e Lula: História se repetindo como farsa, por JOSÉ LUÍS FIORI – Há dez anos atrás

Posted by Beatriz Diniz em 5 maio, 2008

As crises tornam-se cíclicas e, na sociedade, a vigência de duas verdades marca a distância entre os de cima e os de baixo.

JOSÉ LUÍS FIORI

Fonte: CartaCapital, n.81, set/1998.

“O que se vê forma mais aguda é a maneira pela qual essa forma de gestão da moeda induz a um ajustamento à globalização que só pode ser feito com alto custo social, baixo crescimento e diminuição da margem de manobra dos governos.”

UM ANO DEPOIS, O QUE FOI QUE MUDOU e o que se pode prever para eventual segundo mandato do presidente Cardoso? A direção econômica é essencialmente a mesma e as tendências de médio prazo de aumento do desequilíbrio externo, do déficit e das dividas, assim como do declínio do crescimento e do aumento do desemprego, se mantiveram ou foram apenas aceleradas pela “crise asiática”. Mas algumas decisões tomadas, neste último ano, aprofundaram ainda mais a submissão do governo e da sociedade à gestão da sua moeda, cada vez mais fictícia. Primeiro, foi a “crise mexicana”, depois a asiática, logo a “crise russa” e assim sucessivamente, mas este governo se mantém inabalável, aplicando doses cada vez mais fortes da mesma terapia e caminhando em direção à “morte anunciada”. Porque essas crises não são fatos excepcionais ou isolados, ao contrário do que nossas autoridades insistem em fazer crer. Elas vieram para ficar e se repetirão, de forma cada vez mais extensa, porque são um componente essencial e cíclico da dinâmica da globalização financeira.

Os países, como o Brasil, dependentes de capitais externos abundantes e baratos para equilibrar suas contas externas e sustentar sua estabilização monetária, enquanto não mudarem sua estratégia e política econômica, deverão repetir, periodicamente, novos ajustamentos cambiais e fiscais de natureza recessiva. Portanto, nada de novo por ai, nem no horizonte previsível.

O problema é que, por um lado, os efeitos das crises e desses ajustes são acumulativos e se tornam cada vez mais perversos, e, por outro, as políticas defensivas terão efeitos cada vez mais curtos e menos eficazes, sem que o Pais deixe de ser candidato á condição de “bola da vez.” Além disso, no campo da credibilidade, depois de sucessivas e continuadas demonstrações de “bom comportamento”, todos os governos se igualam e, na linguagem dos economistas, os seus rendimentos começam a ser decrescentes.

A relação carnal. Na tentativa frustrada de fugir desse impasse, o governo tomou algumas decisões neste último ano que só aumentarão suas dificuldades. Não a decisão de vender a Telebrás, que já tinha sido anunciada e era esperada como pagamento de promessa. Ela passará para a história, mas da maneira mais lamentável, pela forma com que foi transformada num espetáculo mediático e pela reação despropositada e eufórico das nossas autoridades. A festa da venda se prolongou pela madrugada carioca num porre de meia dúzia de financistas portugueses e espanhóis abraçados com algumas senhoras da noite e sócios nacionais.

O que ficará para todos é a lembrança disso, do deboche com relação ao que possa ter pensado ou desejado o povo, o cidadão, o contribuinte brasileiro. Mas a decisão “inovadora tomada” pelo governo e escudada pela crise asiática se deu em dois outros planos. Primeiro, no campo tático, dolarizando os títulos de sua dívida pública e logo depois reabrindo o overnight com a pós-fixação – já hoje – de cerca de 60% dos títulos públicos. E, segundo, no campo estratégico, radicalizando e apressando a transnacionalização do sistema bancário brasileiro.

Depois do Bamerindus, vendido para o HSBC, do Excel-Econômico, para o Banco Bilbao Viscaya, – tocou ao Banco Real ser vendido para os holandeses do ABN Amro. A participação estrangeira nos ativos totais do sistema bancário nacional já está em torno de 20% e deverá crescer ainda mais com a privatização e provável internacionalização, sobretudo do Banespa e do Bemge.

Os sinais da aceleração são tão claros quanto a intenção de diversificar os compradores entre as três grandes áreas financeiras globais. O objetivo parece ser bastante claro: aumentar a “credibilidade da moeda”, fazendo uma “dolarização na sombra” e envolvendo os grandes players financeiros mundiais numa eventual crise brasileira, o que diminuiria – supostamente – a probabilidade de sermos “bola da vez”. No cálculo do governo, uma vez concluída esta operação, já não poderíamos ser isolados, teríamos estabelecido uma “relação carnal” com o sistema financeiro internacional e só entraríamos em crise junto com todo o sistema internacional. E, neste caso, diriam: “Tudo passa a ser um problema do capitalismo e não do Brasil!”

O que não foi dito até agora é que na contraface dessas decisões mais urna vez o governo Cardoso optou por amarrar suas próprias mãos, entregando a sorte da sua nação “às leis do mercado” ou ao desígnio dos seus amigos-protetores Blair/Clinton, abrindo mão, definitivamente, de qualquer tipo de soberania monetária.

Uma coisa, entretanto, vai ficando cada vez mais clara: se essa transnacionalização radical da economia, das finanças e da política pode garantir por algum tempo a continuação da acumulação da riqueza em mãos privadas, há sinais cada vez mais evidentes de que não tem nada a oferecer, simultaneamente, à população excluída dos circuitos globalizados da riqueza. É por isso que ao olhar com a maior objetividade possível o desempenho do governo Cardoso, não há como não concluir que se trata do governo mais antinacional da nossa história republicana; e o mais antipopular da nossa história pós-Revolução de 30. Mais do que o governo Dutra.

O governo, entretanto, se vê de maneira diferente. Considera que seu lado antinacional é, apenas, uma decorrência da “aceitação do inevitável”: o fim das economias e das soberanias nacionais”. E assume o seu lado antipopular como um sacrifício transitório para alcançar uma situação de “custo Brasil” (do trabalho, obviamente) próxima a zero.

As duas éticas. É nesse ponto que se esconde a explicação última do que vem chamando tanto a atenção dos brasileiros: o que parece ser um estado de arrogância permanente dos governantes atuais. A questão é complicada porque não se trata apenas de um problema de personalidades mais ou menos auto-referidas. O que chama a atenção e choca as pessoas não é a periódica incontinência verbal do presidente ou a falta de educação e compostura de alguns de seus auxiliares. O que de fato choca as pessoas de bom senso é o “descolamento” total entre o que se fala e o que a população vive e vê. Em alguns casos, de alguns ministros menos dotados (ou talvez menos cínicos), suas declarações não parecem nem mesmo ser arrogantes, mas demenciais. O que choca é a distância, o fosso entre o que os do topo dizem e o que o resto pensa. À primeira vista, parece pouco provável, por exemplo, que alguém sensato diga que “é fácil governar o Brasil” ou que “não existe desemprego” na hora em que ele já ultrapassou a casa dos 20% em cidades como Salvador e Recife. Ou mesmo que alguém volte a propor uma “solução parlamentarista” depois de a população brasileira se haver manifestado duas vezes, de forma plebiscitária e contundente, a favor do presidencialismo.

Tudo dito e feito como se não existisse o mundo real ou nunca tivesse ocorrido nada. E o problema é que de fato não existe este mundo nem nunca ocorreu nada para os Senhores. Aí está o no da questão: conseguir entender que neste país existem de fato “duas éticas” uma para a população e outra que é praticada por sua elite. Mas, além disso, existem também duas racionalidades ou verdades rigorosamente incompatíveis, a deste pequeno grupo no poder e a do “resto”. São éticas e verdades que pertencem a dois mundos radicalmente distintos, sociologicamente distintos.

Sessão e arrogância. Que mundos são esses? Como se separam e como podem, coexistir dentro de um mesmo país? No seu último livro, antes de morrer nos anos 90, o sociólogo norte-americano Cristopher Lasch identificou nos países desenvolvidos um fenômeno novo e sem precedentes: uma “rebelião das elites”, que, neste final de século, “decolaram” e se desinteressaram dos seus povos e das suas nações, vivendo envoltas no narcisismo excludente do seu próprio sucesso.

Na mesma direção e na mesma época, Robert Reich, ex-ministro do Trabalho do primeiro governo Clinton, chamou a atenção para um processo sociológico análogo e que ele chamou de “secessão dos analistas simbólicos”: a separação de uma minoria de norte-americanos (um quinto nos seus cálculos) que trabalham na gestão das redes globais de produção e serviços e que se dessolidarizaram radicalmente do resto da população norte-americana.

Segundo Reich, vivem à parte e não querem mais contribuir com a União. Consideram-se membros de um outro mundo, com suas ligações globais suas próprias escolas, guardas, sistemas de saúde, diversões, códigos e linguagens. Mas, ao contrário da Guerra de Secessão, neste caso o divórcio tem sido feito de forma silenciosa e bem-sucedida. Por todo lado, multiplicam-se os sintomas de que estamos vivendo hoje a mesma coisa no Brasil. De um lado, o povo e a Nação “bestializados”; do outro, a festa incompreensível das Bolsas e do mundo do business.

É só olhar alguns jornais: numa página, as fotos em branco-e-preto dos famintos, dos sem-terra, sem-teto; na outra, a satisfação e a risada contente dos novos proprietários, gerentes e executivos das empresas desnacionalizadas ou privatizadas.

A novidade trazida pela “revolução silenciosa” do governo Cardoso foi a promoção dos financistas à condição de carros-chefes desta “rebelião das elites”, postos no comando de um verdadeiro processo de secessão com relação ao seu povo e à sua terra. Eles vivem fechados e cercados numa espécie de cápsula que se afasta cada vez mais deste pobre planeta chamado Brasil. Por isso, sua linguagem soa tão descolada e arrogante.

Entrega de sanduíches. Esse fenômeno repercute e se manifesto em todos os planos e, por incrível que pareça, é visível na própria trajetória do Partido da Social-Democracia Brasileira, o PSDB do presidente da República. Ele nasceu, como se sabe, da união entre um grupo de políticos saídos do PMDB com um pequeno grupo de tecnocratas e professores. E o que chama a atenção hoje é a rapidez com que foi perdendo força e a forma como se foi decompondo, como um foguete que se desfizesse progressivamente dos estágios que ficaram inúteis na medida em que foi avançando ou distanciando-se deste país. Primeiro, foram deixados à beira do caminho alguns de seus velhos fundadores – em geral, de inspiração social-cristã -, que se sentiram desconfortáveis dentro do partido. Nas próximas eleições de outubro será defenestrada desconfortáveis quase toda urna geração de políticos, sobretudo da Região Sudeste do País e que na sua maioria foi nacionalista do velho MDB. Depois disso, o que deverá sobrar do PSDB girando em torno da figura presidencial? Dois grupos bem diferenciados de professores.

De um lado, em maior número, os que o presidente chamaria de “neo-sociais”. Do outro, um grupo menor de professores que durante a “década perdida”, entre uma aula e um plano econômico, e logo depois, nos anos 90, ora vendendo ora comprando patrimônio público, realizou o milagre ético de saltar rapidamente para a condição de professores-banqueiros solidamente articulados com as finanças internacionais. Mas também aqui já está chegando a hora do divórcio e ele aponta na mesma direção anterior.

Os “neo-sociais” vão sendo cada vez mais relegados a uma dupla função: ou dedicam-se a elaborar métodos cada vez mais rigorosos de entrega de sanduíches para miseráveis famintos em estado puro, perfeitamente individualizados e registrados nos anuários do Banco Mundial, ou ocupam seu tempo escrevendo planos estratégicos, programas eleitorais, rigorosamente irrelevantes e inúteis, feitos com o objetivo exclusivo de ocupar a atenção dos “formadores de opinião”. Os que mandam de fato e cada vez mais neste governo são os professores-banqueiros, e todos os sinais externos são de que o presidente devota um desprezo intelectual crescente pelos seus amigos “neo-sociais” e uma subserviência cada vez maior em relação aos “neobanqueiros”. E com razão, porque são eles que conectam e sustentam seu governo nas redes dos investidores externos e das burocracias multilaterais responsáveis pela gestão monetária da periferia capitalista. Se a história nos contar um dia que foi o presidente Collor quem “rasgou a página varguista” em 1990, ela também deverá nos contar que foram os Senhores os verdadeiros responsáveis pelo processo de secessão que afasta cada vez mais esta “república de professores banqueiros” do resto da Nação. Com uma diferença em relação aos Estados Unidos: no caso brasileiro, os “secessionistas” correspondem a apenas um centésimo da população e comandam não apenas as finanças. Comandam o próprio Estado.

Factóide de Blair e Bill. É por esse mesmo ângulo que também se deve olhar para o aparecimento no nosso cenário político ideológico – neste último ano – da discussão em torno de uma tal “terceira via”. Nenhum analista político sabe do que se trata, nem mesmo sabe-se qual seria a segunda via. Nem importa, porque se trata de “factóide” britânico destinado a encobrir a secessão e legitimá-la na frente do comum dos mortais. Basta relembrar quando e como foi que os ingleses desenterraram esta velha expressão. Tudo de forma muito surpreendente.

A opinião pública mundial ainda não entendera nem a crise asiática nem as proezas sexuais do presidente norte-americano quando, em 5 de fevereiro de 1998, o líder trabalhista inglês, Tony Blair, anunciou, em Washington, seu apoio incondicional a uma segunda Guerra do Iraque e ao Acordo Multilateral de Investimentos (AMI) – ao mesmo tempo que convoca uma reunião internacional (que não ocorreu) entre o seu Partido Trabalhista e o Partido Democrático norte-americano: para criar uma nova organização mundial de centro-esquerda, aglutinada em torno da idéia de uma “terceira via”.

Naquele dia, o mundo havia dormido à espera da nova Guerra do Iraque e, quando acordou, soube pelos jornais que dali em diante o eixo militar e econômico mundial, por decisão de Blair e Clinton, seria governado por uma coalizão de centro-esquerda. E tudo sem que se derramasse uma só gota de sangue ou de suor. Uma simples conversa entre dois líderes igualmente jovens, simpáticos e sorridentes lograra em poucas horas o que custou tanto a tanta gente – quase sempre sem sucesso – no último século e meio da história mundial. Um acontecimento prodigioso ou apenas mais um exercício brilhante de desconexão intencional entre as palavras dos “analistas simbólicos” e a realidade do homem comum?

Basta olhar para o que propõem os líderes desta terceira via. No plano interno dos seus países, “un prologement vaguement social de la révolution thatcheriste”, como assinalou o Nouvelle Observateur. Mas no plano externo – e, portanto, também em relação a nós, brasileiros – a defesa intransigente da supremacia ideológica e das políticas ultraliberais de abertura radical dos mercados nacionais a serem submetidos, além disso, às novas regras do Acordo Multilateral de Investimentos.

Como se vê, um caso gritante de dupla linguagem, ainda mais grotesca quando repetida na periferia do capitalismo por um governo que não está na fase de correção, senão que da plena aplicação do programa thatcherista em uma sociedade que mantém sinais gritantes e crescentes de sua herança escravista.

No caminho da recessão. Quando se compreende a base real desse descolamento e dessa secessão, fica mais fácil compreender a distância entre as previsões e promessas oficiais e o que será – inapelavelmente – a trajetória econômica de um eventual segundo mandato do presidente Cardoso. Não há como enganar-se, ele será muito pior do que o primeiro, para os que não habitam a república dos financistas.

A começar pelo ano de 1999, constrangido por mais um choque recessivo, é que será feito em cima de uma conjuntura na qual seis meses sucessivos de deflação já estão anunciando por si só a passagem da estagnação para a recessão econômica. E, a partir daí, nem o quadro internacional nem as limitações e contradições internas da estratégia econômica do governo sequer admitem sonhar com um crescimento acelerado. O que se diga em contrário deve ser computado como obrigação de qualquer governo.

Como foi o caso recente do senhor Yeltsin, que garantiu que não desvalorizaria o rublo 48 horas antes de fazê-lo. Ou como na promessa de um ex-ministro – o Brasil cresceria a taxas de 9% nos anos 1998/1999-, feita na hora em que as taxas de crescimento já haviam começado a declinar. É preciso aprender, em definitivo, que declarações e projeções econômicas oficiais não foram feitas para ser acreditadas, cumpridas ou mesmo lidas pelo comum dos mortais. Trata-se apenas de um jogo de blefes cruzados no pôquer financeiro entre os membros da “república secessionista” e seus sócios internacionais.

O que de fato ocorrerá é que o prolongamento da recessão ou estagnação aumentará ainda mais a incomunicabilidade e a “inegociabilidade” entre aqueles dois mundos. E isto a despeito das enormes expectativas depositadas pelo governo nas novas privatizações e nos investimentos diretos estrangeiros.

Os nossos serviços públicos já foram privados e tiveram de ser estatizados nos anos 70 por falta de investimentos, e em vários países já voltaram a ser estatizados, pelas mesmas razões, na Segunda metade dos anos 90. Por isso, a aposta em novos investimentos diretos estrangeiros é, rigorosamente, uma aposta.

Além disso, como disse em entrevista recente o professor Antônio Barros de Castro, com a economia sob freio, que se deve esperar da “nova safra de investimentos” – ocorrida nos anos 90 e voltados predominantemente para o mercado – é que eles , em vez de aumentarem a capacidade produtiva e o emprego, ocupem o espaço dos competidores de menor produtividade, provocando desindustrialização e desemprego sem gerar divisas nem muito menos contribuição fiscal. Nesse caso, devido às desonerações concedidos pelos governos locais, envolvidos na guerra fiscal pelos novos investimentos.

No campo da esquerda, que já está na oposição, o mais provável é que nesse tempo futuro se decantem com mais nitidez e velocidade suas três tendências fundamentais. A primeira cada vez mais convencida de que a modernização programática da esquerda (ou pelo menos sua aceitação pelo establishment) implicará inevitavelmente uma aproximação crescente do discurso liberal e de sua estratégia econômica.

No limite, se vitoriosos nas eleições de outubro, gostariam de manter a direção central da política econômica deste governo com algumas correções mínimas e tópicas (talvez até mantendo alguns de seus gestores atuais capazes de sinalizar credibilidade para a “comunidade financeira internacional”) e procurariam aumentar a eficácia na distribuição das cestas e bolsas da Comunidade Solidária.

Uma segunda tendência identifica-se com as reivindicações setoriais dos “movimentos sociais”, cada vez mais independentes de qualquer partido político e cada vez mais belicosos, na razão direta, aliás, do seu desencanto com a falsa competição política permitida pelas atuais regras reeleitorais e pelo monopólio dos meios de comunicação nas mãos das forças liberal-conservadoras.

* Professor do IE/UFRJ

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