Blog do Desemprego Zero

BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO desemprego zero

Posted by Beatriz Diniz em 13 maio, 2008

n.10, ano 1 – 07/05/2008 a 13/05/2008

Destaques da Semana no Blog

1. Economia

Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.

O que significa “investment grade”?

2. Desenvolvimento

Itaipu, liquidações e mercado livre

Plano Amazônia Sustentável combate práticas ilegais e apóia medidas produtivas para a região, afirma Marina Silva

3. Política

ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas pudessem ter sido gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES. A quem querem atingir com essas falsas insinuações, o PAC e a Ministra Dilma?

Popularidade de Lula cresce e Temer quer aumentar mandato

4. Internacional

Movimentos para interromper as mudanças na América Latina

Venezuela cogita denunciar Colômbia a órgãos internacionais

Economia

Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.

Escrito por Gustavo dos Santos (meus artigos clique) em 9 Maio, 2008

Por Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

“Dêem-me o controle do Banco Central

de qualquer país e não me interessa

quem venha a produzir o restante das lei…”

Mayer Amschel Rothschild

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem três tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta o crescimento e o desenvolvimento.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira seguiu na média dos últimos 5 anos com um crescimento abaixo da metade dos emergentes é cristalino. O “governo” mantém há muito tempo fortes políticas de contenção do crescimento. Essas políticas são tão firmes que nos mantivemos semi-estagnados apesar de termos vivido e ainda estarmos vivendo o período contínuo de mais rápido crescimento da história da humanidade. Nem a crise do subprime ainda foi capaz de barrar o crescimento mundial.

As razões desse atraso relativo são evidentes. As três políticas macroeconômicas são escancaradamente estagnacionistas no Brasil. A política monetária, com os maiores juros do mundo, é incrivelmente recessiva, restringindo não só os investimentos, como o consumo baseado em crediário. Restrigem em relação ao que poderíamos ser se tivéssemos uma política monetária normal. Os maiores juros do mundo fazem com que o crédito em relação ao PIB seja o menor entre os emergentes.

A política fiscal também é estagnacionista, pois ela é passiva e não permite expansões contracíclicas como em qualquer país civilizado.

A política cambial também é recessiva, pois manter o câmbio valorizado afunda a rentabilidade dos investidores potenciais na indústria e na agricultura. Com um câmbio supervalorizado, apenas a explosão do preço das commodities e o diferencial da taxa de crescimento brasileira com relação resto do mundo é capaz de sustentar o superávit em conta corrente. Mas mesmo esse, que significa o fim da vulnerabilidade externa e que já foi a grande vitória econômica do início do governo Lula, agora acabou.

É preciso ter claro que o câmbio brasileiro está muito valorizado e isso não foi captado antes pelo saldo em conta corrente, porque a taxa de crescimento do PIB – muito baixa dada nossas carências sociais – limitava a taxa de crescimento das importações.

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O que significa “investment grade”?

Escrito por NOSSOS AUTORES em 13 Maio, 2008

Publicado originalmente no site MSIa – Movimento de Solidariedade Ibero-americana

Por Adriano Benayon*

Os adeptos da dependência ao Norte não cabem em si de alegria com o upgrade dado ao Brasil por uma das principais agências internacionais de avaliação de crédito, a Standard & Poors, para “investment grade”, ou seja, baixo risco de inadimplência.

Antes de discutir se a posição financeira do Brasil realmente melhorou, ou se está piorando, convém liberar-se da poluição cerebral dominante entre os associados e os satélites do capital estrangeiro. Ela os faz deslumbrar-se diante de avaliações e conselhos provindos de instituições financeiras, bancos, empresas e governos do “Primeiro Mundo”.

Para começar, qual é credibilidade das agências de crédito? Deveria ser nenhuma ou abaixo de zero. Que elas sejam reconhecidas e certificadas pelo governo dos EUA em nada altera os fatos: foram essas agências que atribuíram a mais alta nota (AAA) a títulos derivados das hipotecas do mercado imobiliário dos EUA, em valor nominal de dezenas de trilhões de dólares, os quais estão na raiz do colapso financeiro mundial e não passam hoje de junk bonds (lixo financeiro).

A Standard & Poors e a Moody’s conferiram a classificação AAA até para as “Monolines”, companhias de seguro que garantiriam aqueles títulos e estão completamente falidas.

Em suma, – tal como o Federal Reserve e outros bancos centrais, e como governos do “Primeiro Mundo”, – as agências de crédito destinam-se a servir os grandes bancos e fundos de investimento que comandam a finança mundial, beneficiários também das absurdas taxas de juros praticadas no Brasil. Esses trazem cada vez mais capitais de curto prazo para cá, ao mesmo tempo em que extraem daqui cada vez mais rendas de juros, apreciação de câmbio, ganhos de capital com derivativos e outras manobras no mercado financeiro “brasileiro”.

São os mesmos infladores da bolha cujo espocar está abalando os mercados estadunidense e europeu. Vai haver um momento em que, reduzida a entrada no Brasil da quantidade incrível e crescente de capitais estrangeiros de curto
prazo, as saídas dos ganhos e o retorno de parte dos capitais causarão déficits no movimento de capitais do balanço de pagamentos brasileiro.

O financiamento desses déficits implicará a retomada do crescimento em flecha da dívida externa. De resto, esta não teve redução nem mesmo de 2003 a 2007, quando houve grandes saldos comerciais e saldos positivos nas transações correntes com o exterior. De fato, contados os empréstimos intercompanhias (das matrizes às subsidiárias das transnacionais), a dívida externa total fechou 2002 com 227,5 bilhões de dólares e 2007 com 237,1 bilhões.

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Desenvolvimento

Itaipu, liquidações e mercado livre

Escrito por NOSSOS AUTORES em 8 Maio, 2008

Por Roberto Pereira d’ Araujo*

O tema do preço da energia de Itaipu entre Brasil e Paraguai, independente das complexas questões de tratados bi-nacionais, é bastante didático. O assunto não é o tratado em si, mas é interessante lembrar alguns detalhes.

A construção da usina solucionou um impasse diplomático envolvendo Brasil e Paraguai numa disputa secular sobre a posse de terras na região do Salto de Sete Quedas que, hoje, está coberta pelo lago. Em 1962 pensou-se numa aliança para produzir energia, mas a solução só se efetivou em 1973 quando Brasil e Paraguai firmaram o Tratado de Itaipu. O governo brasileiro foi responsável pela obtenção de recursos para a obra. O padrão de financiamento de curto prazo de instituições financeiras e de bancos estrangeiros, comum na década de 70, sofreu muito com a alta dos juros da década de 80. O custo da usina é de aproximadamente US$ 1.000 por quilowatts instalados, ou cerca de US$ 14 bilhões. O preço atualizado, com os juros e a inflação em dólar do período, chega a US$ 16 bilhões. Em 1984 a usina entrou em operação e, após 50 anos, em 2023, com uma tarifa no entorno de R$ 75/MWh, a dívida terminará de totalmente quitada.

Apesar das cifras bilionárias, Itaipu ainda é uma usina barata, pois é uma das últimas cuja energia é calculada pelo seu custo. Se nenhuma manobra alterar o que foi acordado, daqui a 15 anos, essa energia é praticamente gratuita. Se o planeta não nos preparar nenhuma tragédia, Itaipu vai gerar energia para nossos netos por preços muitíssimo menores que qualquer outra opção.

Só que, para um país com os graves problemas sociais como o Brasil, seria um absurdo praticarmos tarifas que incentivassem consumos perdulários. A estratégia deveria ser outra. A vantagem de ter uma parte da energia barata é que se poderia apropriar a diferença para a formação de um fundo. Como Itaipu é capaz de gerar cerca de 80 TWh/ano, se apenas R$ 50/MWh fossem dirigidos à um fundo, só ela seria capaz de acumular 4 bilhões de reais a cada ano, um Bolsa Família.

Vejam como isso nos remete à questão dos preços e da apropriação de diferenças de preço em sistemas de base hídrica. O que ocorreu nos últimos anos no Brasil, governo Lula incluso, foi justamente a apropriação não pública desses diferenciais.

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Plano Amazônia Sustentável combate práticas ilegais e apóia medidas produtivas para a região, afirma Marina Silva

Escrito por NOSSOS AUTORES em 12 Maio, 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Em entrevista ao Bom Dia Ministro, produzida pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitida via satélite para rádios de todo o País nesta sexta-feira (9), a ministra Marina Silva falou sobre os principais pontos do Plano Amazônia Sustentável (PAS), lançado pelo governo um dia antes, a situação da pecuária nas regiões extrativistas e os estudos sobre biodiversidade. Leia os principais trechos.

Plano Amazônia Sustentável (PAS) – “O PAS é um processo que está acontecendo na Amazônia e agora foi apresentado oficialmente. Mas ele já vem sendo implementado em um conjunto de ações que estão em curso e outras que foram agregadas no lançamento (quinta-feira, 8).

A aprovação da lei de gestão de florestas públicas e a criação do serviço florestal já foram realizadas e estão em pleno funcionamento. Aprovamos a lei no Congresso Nacional em tempo recorde – menos de dois anos. Já temos, até mesmo, as primeiras concessões públicas em curso.

O PAS se organiza em torno de cinco grandes eixos temáticos:

– produção sustentável com inovação e competitividade

– gestão ambiental e ordenamento territorial

– inclusão social e cidadania

– infra-estrutura para o desenvolvimento

– novo padrão de financiamento

No que concerne à infra-estrutura, desde 2003 fazemos um reposicionamento desses projetos.

Leia mais no Portal do Governo Brasileiro

Clique aqui e leia o documento do PAS que foi utilizado para consulta pública

A infra-estrutura de transportes tem um papel importante a cumprir no desenvolvimento da Amazônia.

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Política

ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas pudessem ter sido gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES. A quem querem atingir com essas falsas insinuações, o PAC e a Ministra Dilma?

Escrito por NOSSOS AUTORES em 8 Maio, 2008

ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas foram gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES.

Entretanto, essas insinuações são completamente falsas. Até agora, não há nem mesmo qualquer suspeita contra qualquer funcionário do BNDES.

A capa da ISTOÉ vai além e coloca uma mulher dentro do prédio do BNDES que só pode fazer referência à prostituição de que trata no artigo.

Essa capa induz as pessoas a pensarem que ouve corrupção ou prostituição envolvendo o BNDES ou seus funcionários, porém, não há indícios de que isso tenha ocorrido. Até agora, as suspeitas são exclusivamente de corrupção em uma prefeitura do PSDB em São Paulo CLIQUE AQUI PARA ENTENDER ESSA QUESTÃO.

A revista ISTOÉ não pode acusar diretamente, pois não há nada contra o BNDES. Entretanto, a revista está cheia de insinuações. No texto da reportagem dizem o seguinte:

“O conteúdo desses diálogos macula a imagem do maior banco de fomento da América Latina, maior indutor do PAC e tido até os últimos dias como um símbolo de eficiência e de rigor técnico na aplicação de seus recursos.”

O BNDES deixou de ser um símbolo de eficiência e de rigor técnico?

Nada de concreto na reportagem, além das falsas insinuações, mostra que o Banco mudou.

Mas nesse pequeno texto da reportagem, podemos encontrar indícios de onde querem chegar com essas acusações despropositadas. De fato, o BNDES é o maior indutor do PAC, será que essas acusações infundadas são mais uma das tentativas de atacar o PAC e a Ministra Dilma? Ou será que tem relação com o equívoco da última reunião do Copom?

(CLIQUE AQUI PARA ENTENDER ESSA QUESTÃO)

Popularidade de Lula cresce e Temer quer aumentar mandato

Escrito por Imprensa em 12 Maio, 2008

A aprovação do governo Lula bateu novo recorde, é a mais alta desde que começou a ser realizada a sondagem. Mais da metade dos entrevistados é a favor do terceiro mandato para o presidente Lula. Isso mostra sintonia entre o que o governo está fazendo e a expectativa da população…

* Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Jornal Hora do Povo

A CNT/Sensus, na segunda-feira, revelou que a aprovação do governo Lula bateu novo recorde. A avaliação positiva de 57,5% do governo é a mais alta desde que a sondagem começou a ser realizada, em setembro de 1998. A avaliação pessoal do presidente Lula também subiu, passando de 66,8% para 69,3% de aprovação.

Na pesquisa anterior, realizada em fevereiro, 52,7% consideraram o atual governo positivo. Desta vez, apenas 11,3% dos entrevistados avaliaram o governo como negativo, contra outros 29,6% que o consideram regular. Mais da metade dos entrevistados, 50,4%, é a favor do terceiro mandato para o presidente Lula. Ela mostra que, se a Constituição for modificada para Lula disputar o terceiro mandato, o presidente ganharia novamente a disputa. Lula receberia 51,1% dos votos, enquanto o candidato tucano teria apenas 35,7%. Em relação às pesquisas anteriores, somente Lula e a ministra Dilma evoluíram positivamente. Todos os demais possíveis candidatos pioraram seus desempenhos. Foram realizadas duas mil entrevistas em cinco regiões do país, 24 Estados e 133 municípios, entre os dias 21 e 25 de abril.

“Isso mostra sintonia entre o que o governo está fazendo e a expectativa da população”, disse o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS). Já o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), mostrou preocupação com o resultado da pesquisa. “Espero que a repercussão da pesquisa CNT/Sensus indicando que 50,4% dos entrevistados desejam um terceiro mandato para o presidente Lula não seja vulcânica, a ponto de induzir parlamentares a levarem a idéia adiante”, disse. O presidente do Senado afirmou ainda que tampouco concorda com a realização de um plebiscito sobre o mandato presidencial. Alegou que tal iniciativa poderia resultar em governos sem prazo de conclusão, abrindo espaço “para o terceiro, o quarto e o quinto mandato, e não é assim que funciona uma democracia”.

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Internacional

Movimentos para interromper as mudanças na América Latina

Escrito por Imprensa em 11 Maio, 2008

Se estivéssemos em um jogo de estratégia, poderíamos reconhecer um conjunto de jogadas quase simultâneas que foram configurando a possibilidade de uma ruptura nos processos latino-americanos de recuperação de soberania, adverte a socióloga mexicana Ana Ester Ceceña…

* Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Ana Ester Ceceña

A Bolívia está em uma das encruzilhadas mais perigosas que já enfrentou nos últimos tempos. O dia 4 de maio, data da realização de um referendo convocado pela oligarquia autonomista da chamada Meia-Lua, a despeito da sua ilegalidade representa um ponto de inflexão, ou de ruptura, tanto nos processos internos como nos da América Latina em seu conjunto.

Se estivéssemos em um jogo de estratégia, poderíamos reconhecer um conjunto de jogadas quase simultâneas que foram configurando a possibilidade de uma ruptura nos processos latino-americanos de recuperação de soberania:

1. Uma campanha midiática permanente, centrada no presidente Chávez como figura do mal, que busca obstaculizar qualquer tipo de articulação alternativa daquela que é promovida pelos Estados Unidos através dos seus tratados de livre comércio, de investimento e de cooperação em segurança.

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Venezuela cogita denunciar Colômbia a órgãos internacionais

Escrito por Imprensa em 12 Maio, 2008

A Venezuela denunciará a Colômbia e terá como base de sua denúncia a “campanha da oligarquia colombiana” contra o Hugo Chávez. Pois Chávez foi acusado de manter relações com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). E Chávez também ataca dizendo que, Álvaro Uribe, Presidente da Colômbia, busca “uma guerra entre nós”. E comenta que não sabe como um irresponsável como esse é presidente de um país.

Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

O chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou no último sábado (10) que o país vai denunciar a Colômbia a organismos internacionais. Segundo ele, a denúncia terá como base a “campanha da oligarquia colombiana” contra o presidente venezuelano, Hugo Chávez .

Chávez foi novamente acusado de manter relações com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), com base em supostos dados encontrados no computador do nº 2 da guerrilha, Raúl Reys, morto durante ataque colombiano em território venezuelano no dia 1ª de março. As informações são da agência argentina Telam.

Maduro disse que, diante dos ataques de “setores da oligarquia colombiana apoiados pelo governo dos Estados Unidos para desprestigiar Chávez, denunciaremos perante todas as instâncias nacionais e internacionais esse tipo de campanha”.

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